Ve se aprende alguma coisa Bolo Maria Ingredientes 1 xícara de água morna ( mais pra fria ) 6 ovos ( separados clara e gema ) 2 xícaras de açúcar 2 xícaras de trigo 1 xícara de maisena 1 colher ( sopa ) de fermento em pó ( royal ) Modo de Preparo 1 Pegue os ovos, quebre-os no meio com cuidado e separe as gemas em uma tigela ( plástica ) e as claras em outra tigela ( plástica ). Bata numa batedeira as claras em neve ( bem espuma ) reserve. Na tigela onde ficaram as gemas dos ovos deve-se colocar a água morna ( mais pra fria ) e bata-as até crescer, fica quase uma espuma amarela. Aos poucos, vá acrescentando o açúcar, continuando a batê-la na batedeira em velocidade alta até misturar bem. Em seguida, coloque a maisena e continue a bater a massa sem parar. Coloque ainda o trigo e bata na velocidade mínima da batedeira, acrescente o fermento em pó e continue a misturar levemente, desligue a batedeira e com uma colher de pau acrescente a clara em neve reservada anteriormente e misture levemente e coloque para assar em forno médio por 30 minutos ( forma retangular ) aproximadamente ou até dourar. 2 OBS: O forno deverá estar pré aquecido.
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.